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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Análise aponta mais agrotóxicos que o permitido em produtos da Ceasa

Da RBS TV (*)



Local recebe frutas, verduras e legumes de praticamente metade do RS. Nove dos 20 alimentos estavam contaminados com 10 substâncias.

Análises feitas em cinco produtos vendidos na Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul, a Ceasa, com sede em Porto Alegre, apontaram a existência de agrotóxicos em níveis maiores que os permitidos. Algumas das substâncias encontradas sequer têm o uso permitido no Brasil.

O presidente da Ceasa, Ernesto da Cruz Teixeira, diz que os trâmites legais são cumpridos, e que se alguma irregularidade é identificada, os produtores têm de passar por cursos e podem ser até suspensos.

As frutas, verduras e legumes vendidos na Ceasa vêm de praticamente metade do Rio Grande do Sul. Esses alimentos chegam à mesa de cerca de 5 milhões de pessoas.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Estudo: 27% dos alimentos têm resíduos de defensivos agrícolas acima do permitido

FONTE: GAZETA DO POVO

Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), realizado entre 2013 e 2015, apontou para 105 amostras insatisfatórias em um universo de 389 analisadas

O levantamento reúne dados de 389 amostras coletadas entre os anos de 2013 a 2015

Um estudo nacional realizado pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), coordenado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), constatou que 27% das frutas e vegetais comercializados possuem resíduos de defensivos agrícolas acima do previsto em lei. O levantamento reúne dados de 389 amostras coletadas entre os anos de 2013 a 2015, das quais 105 tiveram resultados insatisfatórios. Os números não têm base de comparação de anos anteriores. As informações foram divulgadas pela Secretaria da Saúde do Paraná, na última semana.

Veja também :
É seguro, ingerir diariamente resíduos de agrotóxicos?


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Morte de insetos põe agricultura em risco e pode custar bilhões ao Brasil

GABRIEL ALVES (*)

A população de abelhas e outros insetos polinizadores está diminuindo em todo o mundo, o que faz cientistas correrem para calcular o impacto na agricultura e de propor possíveis soluções.

Segundo as contas feitas por pesquisadores de Minas Gerais e do México, o Brasil poderá perder de 16,5 a 51 milhões de toneladas de produtos agrícolas se a situação continuar piorando. Isso equivale a um prejuízo de US$ 4,9 bilhões (R$ 16,6 bi) a US$ 14,6 bilhões (R$ 49 bi).

O motivo disso é que as culturas que são polinizadas têm alto valor de mercado, representando 68% do total da agricultura brasileira. Segundo os cientistas, muito do impacto econômico causado pela falta de insetos o seria sofrido pela agricultura familiar, responsável por 74,4% do setor.

Para chegar aos números, os pesquisadores desenharam dois cenários –um pessimista e um otimista– e estimaram qual seria o prejuízo para cada um dos 53 principais cultivos no país, de acordo com a dependência da polinização para a produtividade de cada plantação.

Por exemplo, o café,o melão e a maçã são culturas que têm de moderada a alta dependência de polinizadores. Em última análise, a produção de sementes (como a soja) e de frutos (como a goiaba) depende desse serviço ecológico, que consiste no transporte das células reprodutivas masculinas, levando-as até as células femininas.

Em algumas culturas, como na de maracujá, há apenas uma espécie que faz bem o trabalho (a abelha conhecida como mamangava). Sem ela –por causa de defensivos agrícolas ou baixa tolerância às mudanças climáticas, por exemplo–, a produtividade despenca.

Em alguns casos, o vento, a água e até a autopolinização podem dar conta do recado. É o caso de três das principais culturas do país: cana-de-açúcar, milho e arroz.


Mas isso não quer dizer que essas plantações estejam livres de "culpa" pelo que está acontecendo, segundo os autores do estudo, publicado na revista "Plos One". O principal fator para o declínio é a mudança de uso da terra, ou seja, a transformação de extensas áreas de floresta ou mata nativa em monocultura.


Veja a reportagem completa no link abaixo:

domingo, 20 de novembro de 2016

Criadores apostam na homeopatia para tratar doenças de animais


Seu filho está doente, com uma infecção: você leva ao hospital para dar um remédio ou busca um tratamento homeopático? O assunto é polêmico, muita gente desconfia, mas essa alternativa existe e está sendo usada até nos animais.

Assista ao vídeo com a reportagem completa e veja como o tratamento homeopático surgiu como alternativa forte aos remédios convencionais.


http://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/videos/t/edicoes/v/criadores-apostam-na-homeopatia-para-tratar-doencas-de-animais/5459959/





terça-feira, 15 de novembro de 2016

Comida ou veneno? Produção orgânica se viabiliza como garantia de segurança alimentar

Ainda modesta no país, atividade agrícola sem agrotóxicos cresce 35% ao ano e se viabiliza também modelo de negócio – solidário, sustentável e lucrativo



Vilmar Menegat não tem filhos. Mas se vê como "pai" de uma família numerosa de sementes nativas. São mais de 60 diferentes "filhotes" conservados com carinho em potes de vidro reciclados. Milho, feijão, trigo sarraceno, soja preta, chia são alguns dos nomes dessas crioulas – vistas pelo agricultor como sementes da preservação da biodiversidade do planeta.

Vilmar, 42 anos, vive com os pais, descendentes de italianos, em um sítio de 50 hectares no interior de Ipê, município localizado na serra gaúcha, autointitulado "Capital Nacional da Agroecologia".

A principal cooperativa da cidade, Eco Nativa, tem 67 produtores orgânicos associados que vendem diretamente em feiras de Porto Alegre e Caxias do Sul – o excedente vai para os supermercados. Ipê e a cidade vizinha Antônio Prado foram pioneiras da produção de alimentos orgânicos no Brasil.

Toda semana levam quatro caminhões carregados às feiras de Porto Alegre.

 Normalmente retornam vazios.

Veja a reportagem completa no link abaixo:



Comida ou veneno? Produção orgânica se viabiliza como garantia de segurança alimentar

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Teste aponta que mais de um terço dos alimentos tem agrotóxicos ilegais

Foram analisados oito tipos de legumes e verduras compradas em feiras e supermercados do Rio de Janeiro e de São Paulo.



Um teste realizado em laboratório pela Proteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, com amostras de oito alimentos comprados em feiras e supermercados no Rio de Janeiro e em São Paulo teve resultados preocupantes.

Entre verduras, frutas e legumes, 14% tinham níveis de pesticidas acima do que é recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. E mais de um terço, 37%, tinham agrotóxicos que não poderiam ser usados na produção do alimento.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Filme pulverizado sobre o pomar protege frutas de pragas e doenças



Fonte: EMBRAPA

Um produto eficiente e prático, de fácil aplicação, desenvolvido pela Embrapa Clima Temperado (RS), está em fase de testes e promete facilitar a vida dos agricultores na hora de proteger suas plantações contra pragas e doenças, além de reduzir o uso de agrotóxicos. Trata-se de um filme protetor à base de quitosana que é pulverizado sobre a planta. A tecnologia foi testada inicialmente em fruteiras de clima temperado como pêssego, maçã, pera, citros e também feijão.

O produto tem apresentado resultados promissores na indução da resistência a doenças e pragas das plantas, com a grande vantagem de que novas moléculas podem ser adicionadas ao filme para aumentar o seu potencial de atuação. A quitosana é a estrutura molecular que forma a carapaça de crustáceos como siris e caranguejos.