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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Testes de ONG mostram que 36% dos alimentos têm agrotóxicos acima do limite ou proibidos

Publicado originalmente em : G1 BEM ESTAR Por Monique Oliveira.
Resultado de imagem para 36% dos alimentos têm agrotóxico proibido ou acima do limite, indica estudo
Levantamento da ONG Greenpeace com alimentos como arroz, feijão e café mostrou ainda que 60% das amostras apresentam pelo menos algum tipo de resíduo de pesticida.

Testes feitos em 12 alimentos comuns da dieta do brasileiro, entre eles o arroz e o feijão, mostraram que 36% apresentavam irregularidades em relação a agrotóxicos: ou apresentavam pesticidas totalmente proibidos no Brasil para qualquer alimento; ou continham níveis de produtos proibidos para aquela cultura específica; ou, ainda, contavam com resíduos acima do limite permitido por lei.

O levantamento também mostrou que 60% das amostras apresentavam pelo menos algum tipo de resíduo de pesticida.


VEJA TAMBÉM:
É seguro, ingerir diariamente resíduos de agrotóxicos?


domingo, 29 de outubro de 2017

Bicarbonato de sódio ajuda a retirar até 96% de agrotóxico da maçã, mostra pesquisa

Por G1



Agrotóxicos são utilizados para aumentar o rendimento dos alimentos, mas há preocupações em relação ao risco à saúde humana ao longo do tempo (Foto: Reprodução/RBS TV)



Método foi o mais efetivo para retirar produtos na superfície da fruta.


 Maçãs ficaram imersas por 15 minutos em solução de bicarbonato.

Um produto de uso doméstico comum, o bicarbonato de sódio, pode ajudar a tirar resíduos de agrotóxico na superfície da maçã, diz pesquisa publicada nesta quarta-feira (25) no "Journal of Agricultural and Food Chemistry".

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Compostos extraídos da gravioleira têm potencial ação inseticida e antitumoral


Artigo reproduzido do Portal EMBRAPA

Antonio Lindemberg Martins Mesquita - Acetogeninas anonáceas encontradas na gravioleira apresentam atividade anticancerígena
Acetogeninas anonáceas encontradas na gravioleira apresentam atividade anticancerígena.
Foto: Antonio Lindemberg Martins Mesquita


Substâncias bioativas identificadas na gravioleira vêm chamando a atenção dos cientistas há pelo menos quarenta anos. São as acetogeninas anonáceas, uma classe de compostos derivados de ácidos graxos, cujo espectro de atividade biológica inclui propriedades inseticidas, anti-helmínticas e anticancerígenas. A Embrapa e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) acabam de concluir um estudo que pode contribuir para que, no futuro, essas substâncias cheguem às prateleiras de supermercados e farmácias.

A pesquisa avaliou um método promissor para extrair e concentrar esses compostos. Um estudo que abre caminhos para que se possa transformar folhas em produtos, como suplementos alimentares ou fitoterápicos, sem que se percam os princípios ativos de interesse.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Composto orgânico contribui para controle de doença do tomateiro



A partir de três formulações diferentes do composto orgânico fermentado chamado bokashi, um experimento conduzido por pesquisadores da Embrapa Hortaliças (DF) comprovou que o aporte de matéria orgânica no solo é capaz de reduzir o efeito negativo da bactéria Ralstonia solanacearum, causadora da murcha bacteriana no tomateiro e agente nocivo para mais de 200 espécies vegetais.

 O uso de bokashi propicia o aumento dos microrganismos presentes no solo que competem com a bactéria, dificultando sua reprodução.

A lógica por trás desse resultado remonta ao fundamento da Física de que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo, o que se conhece por princípio da impenetrabilidade. Na zona do solo influenciada pelas secreções das raízes, conhecida como rizosfera ou segundo genoma da planta, há uma vasta fauna microbiana composta por microrganismos como fungos, bactérias e algas.

domingo, 24 de setembro de 2017

Anvisa proíbe comercialização de herbicida associado à doença de Parkinson

Utilizado na agricultura em culturas como a de milho e de soja, evidências apontaram para risco da doença degenerativa em trabalhadores que entraram em contato com o produto.


Herbicida é utilizado para o combate de ervas daninhas em diversas culturas, como em plantações de soja (foto) (Foto: Werneck Almada/ Divulgação Ibama)


Após análise de nove anos, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu pela proibição da comercialização e uso do herbicida 'Paraquate'.

O Paraquate é utilizado na agricultura no Brasil para o combate de ervas daninhas em culturas como a do milho, algodão, soja, feijão e cana-de-açúcar.

Análise de evidências científicas concluiu que o produto está associado ao desenvolvimento da doença de Parkinson -- condição neurológica degenerativa que leva ao tremor, rigidez, distúrbios na fala e problemas de equilíbrio.

Segundo relatório do GGTOX, grupo de trabalho de toxicidade da Anvisa, o produto tem qualificação toxicológica I, considerado extremante tóxico. A agência começou a analisar o produto em 2008.

De acordo com a análise das evidências científicas, o grupo considerou haver peso suficiente para comprovar o potencial do herbicida de induzir aberrações cromossômicas em células somáticas in vitro e in vivo, em diferentes espécies, e por diferentes vias de exposição, inclusive dérmica.


Ainda, em análise conjunta com a Fiocruz, que entregou nota técnica à agência em outubro de 2009, a Fiocruz considerou suficientes as evidências da literatura científica relacionadas à intoxicação aguda, mutagenicidade, desregulação endócrina, carcinogênese, toxicidade reprodutiva, teratogênese e doença de Parkinson.

No entanto, as evidências mais consistentes foram relacionadas à doença de Parkinson, o que levou o relatório da Anvisa a concluir que:

“Há um peso de evidência forte em estudos em animais e epidemiológicos indicando que o Paraquate está associado ao desencadeamento da doença de Parkinson em humanos.”

A agência diz, no entanto, que as evidências apontam para o risco do Paraquate em trabalhadores que entram em contato diretamente com o produto. Não há evidências apresentadas que o herbicida deixe resíduo nos alimentos.

A decisão da diretoria colegiada da Anvisa foi feita no fim da tarde de terça-feira (19). O prazo concedido para o total banimento do produto é de três anos.

Fonte: G1 Bem Estar



quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Microplásticos contaminam água da torneira mundo afora

Fibras de plástico invisíveis estão presentes não apenas nos oceanos, mas também na água potável usada por milhões de pessoas, aponta estudo. De onde vêm essas partículas e como podem afetar a saúde humana?

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Agrotóxicos impactam o sangue e afetam doadores, diz dissertação defendida na USP.

Estudo na Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto diz que glifosato pode promover alterações hepáticas e levar a danos ao fígado e anemia



Os agrotóxicos afetam também o sangue. Dos doadores aos receptores de transfusões. É o que diz uma dissertação de mestrado defendida este ano na Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto, e publicada nesta quinta-feira (10/08).

Os dados obtidos pela pesquisadora Fortuyée Rosa Meyohas Neves indicam menor sobrevida de plaquetas e hemácias do sangue nas populações expostas a agrotóxicos. “E que há metabólitos de agrotóxicos no plasma de indivíduos, potenciais doadores de sangue, expostos aos agrotóxicos”, escreve ela já na introdução.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Em novo julgamento, STF muda lei federal, e amianto é proibido no país..



Ao analisar leis estaduais que proíbem a produção de amianto, o STF (Supremo Tribunal Federal) declarou inconstitucional o artigo da lei federal que permite o uso do mineral no país.

A produção e o uso do amianto, produto cancerígeno, ficam proibidos no país....