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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Agrotóxicos: debates espinhoso , mas necessário

Pessoal, para quem quiser saber um pouco, sobre a utilização de agrotóxicos no estado do Paraná, o blogue esta reproduzindo uma reportagem da Folha Rural!






Se existe um assunto espinhoso no agronegócio mundial, sem dúvida, é referente à utilização de agrotóxicos ao longo das últimas décadas. Informações desencontradas e discursos tendenciosos muitas vezes acabam deixando a população que consome o que é produzido no campo com muitos questionamentos, em um nebuloso fogo cruzado.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

A todos os amigos, que acompanham esse blogue!

Um feliz natal! Que a essência do que representa o natal, esteja presente, em cada dia de 2018!

E que 2018 seja um ano repleto de transformação, realização e desenvolvimento integral, a todos.

Grande Abraço!





segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Brasil libera quantidade até 5.000 vezes maior de agrotóxicos do que Europa




O debate sobre o uso de agrotóxicos ganhou um novo capítulo, e ele não é bom para o Brasil. Estudo inédito revelou o abismo que existe entre a legislação brasileira e a da União Europeia sobre o limite aceitável de resíduos na água e nos alimentos.

A contaminação da água é o que mais chama a atenção, com a lei brasileira permitindo limite 5.000 vezes superior ao máximo que é permitido na água potável da Europa.

No caso do feijão e da soja, a lei brasileira permite, respectivamente, o uso no cultivo de quantidade 400 e 200 vezes superior ao permitido na Europa. Esses são os resultados do estudo "Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil ...

Esses são os resultados do estudo "Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia", da pesquisadora Larissa Mies Bombardi, do Laboratório de Geografia Agrária da USP (Universidade de São Paulo). ...


"Infelizmente, ainda não é possível banir os agrotóxicos. Por isso, é importante questionar por que o governo brasileiro não usa parâmetros observados no exterior", afirma Bombardi, para quem a permissividade em relação à água "é "é uma barbárie".

Enquanto a União Europeia limita a quantidade máxima que pode ser encontrada do herbicida glifosato na água potável em 0,1 miligramas por litro, o Brasil permite até 500 vezes mais. O Brasil tem, segundo o estudo, 504 agrotóxicos de uso permitido. Desses, 30% são proibidos na União Europeia --alguns há mais de uma década.

Esses mesmos itens vetados estão no ranking dos mais vendidos. O acefato, tipo de inseticida usado para plantações de cítricos, é o terceiro da lista.


Uma nota técnica da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) citada no estudo de Lombardi mostra que o acefato causa a chamada "síndrome intermediária". Entre os danos à saúde estão fraqueza muscular dos pulmões e do do pescoço. Em crianças, o risco é mais acentuado. "A nossa legislação é frouxa no que diz respeito aos resíduos e à quantidade permitidos na União Europeia", diz Bombardi.

Veja a reportagem completa no link abaixo:





quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Testes de ONG mostram que 36% dos alimentos têm agrotóxicos acima do limite ou proibidos

Publicado originalmente em : G1 BEM ESTAR Por Monique Oliveira.
Resultado de imagem para 36% dos alimentos têm agrotóxico proibido ou acima do limite, indica estudo
Levantamento da ONG Greenpeace com alimentos como arroz, feijão e café mostrou ainda que 60% das amostras apresentam pelo menos algum tipo de resíduo de pesticida.

Testes feitos em 12 alimentos comuns da dieta do brasileiro, entre eles o arroz e o feijão, mostraram que 36% apresentavam irregularidades em relação a agrotóxicos: ou apresentavam pesticidas totalmente proibidos no Brasil para qualquer alimento; ou continham níveis de produtos proibidos para aquela cultura específica; ou, ainda, contavam com resíduos acima do limite permitido por lei.

O levantamento também mostrou que 60% das amostras apresentavam pelo menos algum tipo de resíduo de pesticida.


VEJA TAMBÉM:
É seguro, ingerir diariamente resíduos de agrotóxicos?


domingo, 29 de outubro de 2017

Bicarbonato de sódio ajuda a retirar até 96% de agrotóxico da maçã, mostra pesquisa

Por G1



Agrotóxicos são utilizados para aumentar o rendimento dos alimentos, mas há preocupações em relação ao risco à saúde humana ao longo do tempo (Foto: Reprodução/RBS TV)



Método foi o mais efetivo para retirar produtos na superfície da fruta.


 Maçãs ficaram imersas por 15 minutos em solução de bicarbonato.

Um produto de uso doméstico comum, o bicarbonato de sódio, pode ajudar a tirar resíduos de agrotóxico na superfície da maçã, diz pesquisa publicada nesta quarta-feira (25) no "Journal of Agricultural and Food Chemistry".

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Compostos extraídos da gravioleira têm potencial ação inseticida e antitumoral


Artigo reproduzido do Portal EMBRAPA

Antonio Lindemberg Martins Mesquita - Acetogeninas anonáceas encontradas na gravioleira apresentam atividade anticancerígena
Acetogeninas anonáceas encontradas na gravioleira apresentam atividade anticancerígena.
Foto: Antonio Lindemberg Martins Mesquita


Substâncias bioativas identificadas na gravioleira vêm chamando a atenção dos cientistas há pelo menos quarenta anos. São as acetogeninas anonáceas, uma classe de compostos derivados de ácidos graxos, cujo espectro de atividade biológica inclui propriedades inseticidas, anti-helmínticas e anticancerígenas. A Embrapa e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) acabam de concluir um estudo que pode contribuir para que, no futuro, essas substâncias cheguem às prateleiras de supermercados e farmácias.

A pesquisa avaliou um método promissor para extrair e concentrar esses compostos. Um estudo que abre caminhos para que se possa transformar folhas em produtos, como suplementos alimentares ou fitoterápicos, sem que se percam os princípios ativos de interesse.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Composto orgânico contribui para controle de doença do tomateiro



A partir de três formulações diferentes do composto orgânico fermentado chamado bokashi, um experimento conduzido por pesquisadores da Embrapa Hortaliças (DF) comprovou que o aporte de matéria orgânica no solo é capaz de reduzir o efeito negativo da bactéria Ralstonia solanacearum, causadora da murcha bacteriana no tomateiro e agente nocivo para mais de 200 espécies vegetais.

 O uso de bokashi propicia o aumento dos microrganismos presentes no solo que competem com a bactéria, dificultando sua reprodução.

A lógica por trás desse resultado remonta ao fundamento da Física de que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo, o que se conhece por princípio da impenetrabilidade. Na zona do solo influenciada pelas secreções das raízes, conhecida como rizosfera ou segundo genoma da planta, há uma vasta fauna microbiana composta por microrganismos como fungos, bactérias e algas.